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Postagens sobre yaoi

10/10/2018

Primeiras Impressões – Gaikotsu Shotenin Honda-san

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Já faz algum tempo desde o último post sobre primeiras impressões por aqui, mas isso aconteceu porque eu realmente não estava mais acompanhando nada que saía nas temporadas até então. Porém, dessa vez dois títulos me chamaram a atenção e resolvi dar uma chance para os primeiros episódios deles. Hoje trago as primeiras impressões do anime mais diferentão que essa temporada vai oferecer!

Gaikotsu Shotenin Honda-san (ガイコツ書店員本田さん, “Skeleton Bookstore Employee Honda“) é, provavelmente, o anime desta temporada (outono/2018) que eu mais tenho curiosidade em acompanhar.

Baseado no mangá de comédia homônimo de Honda (sim, o nome do(a) autor(a) é Honda também), o anime contará com 12 episódios de cerca de 11 minutos cada produzidos pelo estúdio DLE (mesmo de Thermae Romae), sendo que o primeiro foi lançado no dia 8 de outubro (que na verdade pode ser assistido pelo Crunchyroll desde o dia 7 aqui no Brasil). O mangá é lançado pela pixiv Comic (não tenho bem certeza da demografia dela), desde 2015, contando com 3 volumes fechados até o momento e sem tradução para o português ou inglês.

13/09/2017

Os adoráveis mangás yaoi de Natsume Isaku

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Olá pessoal!

Eu sou nova na leitura de mangás yaoi, a demografia feita para o público feminino em que os personagens homens se relacionam com outros homens. Acredito que o gosto pelas romances entre homens veio depois de muitas frustrações com os romances heterossexuais que os mangás shoujo proporcionam. Não é como se não houvesse nenhum bom romance neles, eles existem, é claro. Mas sinto como se já tivesse lidos todos os bons (o que com certeza não é verdade, aceito indicações!).

Enfim, entre as indicações que recebi no gênero, acabei conhecendo a mangaká Natsume Isaku. A autora, assim como muitas do gênero, iniciou sua carreira no início nos anos 2000 escrevendo doujinshis (termo utilizado para obras publicadas por amadores no Japão) com romances yaoi baseados em mangás famosos, como One Piece e Naruto. Em 2005, ela lança seu primeiro mangá original, chamado No Color.

O primeiro mangá que li dela foi Kiraboshi Dial (2009) e, até agora, é meu preferido, seguido de bem perto por Tight Rope (2008). O que todos os mangás que li dela tem em comum é que costumam ser curtos, com um volume, e contendo romances muito, mas muito, fofos. É claro que ela sabe colocar sensualidade em  seus personagens quando necessário, mas ela é muito mais fofa do que em outros mangás do gênero.