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Rilakkuma e Kaoru: adultos também precisam relaxar

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Postagens sobre sobrenatural

06/12/2018

Confira o primeiro trailer do novo anime de Fruits Basket

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O novo anime de Fruits Basket promete!

Hoje mesmo a Funimation lançou o primeiro trailer legendado em inglês do novo anime de Fruits Basket, baseado no mangá de Nastuki Takaya. Ainda sem data confirmada para lançamento, o trailer só informa que deve ocorrer em 2019. O anime será exibido pela TV Tokyo, no Japão, e pelo serviço de streaming da Funimation, nos EUA. Como a Funimation desfez a parceria com o Crunchyroll este ano e firmou uma nova com o serviço de streaming da Amazon, é possível que teremos ele por lá legendado em português.

Confira o trailer abaixo!

05/12/2018

Ikémen Revolution – amor e magia no País das Maravilhas

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Olá! Um tempo atrás eu tinha comentado por aqui sobre meu mais recente vício no mundo dos otome games, Ikémen Sengoku (e, anteriormente, sobre Hakuoki e a franquia Shall we date?). Explorando informações sobre a empresa que criou Ikémen Sengoku, a Cybird, descobri que eles possuem mais uma série de jogos. O que foi traduzido para o inglês mais recentemente é Ikémen Revolution (lançado no Japão em 2017), que eu tratei de baixar no celular assim que possível. Vem conferir minhas impressões depois de 4 meses de jogo!

Alice reinventada (de novo)

É verdade que o gênero está saturado de histórias de romance baseadas em Alice no País das Maravilhas (como no caso do falecido Heart no Kuni no Alice: Wonderful Wonder World, da QuinRose, Shall we date? Lost Alice, Alice=Alice…), mas admiro a capacidade dos japoneses inventarem ainda mais histórias dentro desse universo, alterando as regras do País das Maravilhas de acordo com a necessidade da história.

Ikémen Revolution se passa em Cradle, nome dado ao País das Maravilhas, onde nossa Alice, que não tem esse nome necessariamente, acaba indo parar após seguir um homem que lembra muito um coelho branco na Londres do século 19. Cradle é um país onde a magia existe e é usada no dia-a-dia,  politicamente dividido por duas facções, a Red Army (Exército Vermelho) e a Black Army (Exército Negro). Existe uma área neutra, bem ao centro, chamado de Civic Center (Centro Civil) e, por mais que sejam rivais, há 500 anos os dois exércitos não entram em guerra.

Mas isto muda com a chegada da segunda Alice. A partir daí a história muda de rota para rota, porém sempre com a tensão de um conflito iminente. As duas facções são claramente inspiradas em cartas de baralho, sendo a Red Army do naipe de copas, e a Black Army, de espadas. Outros personagens, civis e neutros, também aparecem, sendo mais ou menos inspirados em personagens do livro Alice no País das Maravilhas.

29/03/2018

JBC anuncia lançamento de Little Witch Academia

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No Henshin Online de hoje, a editora JBC trouxe o anuncio de que lançará o mangá de Little Witch Academia, de Keisuke Sato. O mangá está em lançamento pela revista Shounen Ace, da Kadokawa Shoten, desde 2017, contando atualmente com dois volumes e com previsão de conclusão no terceiro.

Little Witch Academia é uma franquia de anime popular japonesa dirigida por Yoh Yoshinari, escrita por Masahiko Otsuka e produzida pelo estúdio Trigger. Até o momento ela é composta por dois cuta metragens, o primeiro de 2013 e, o segundo, Little Witch Academia: Mahou Shikake no Parade, de 2015, além de uma série de TV que adapta ambos lançada em 2017 e que pode ser vista na Netflix, inclusive com dublagem em português.

Existem três mangás baseados na franquia com histórias alternativas baseadas nos curtas, dois deles completos com um volume e lançados nos anos em que os curtas foram produzidos. O que a JBC irá lançar é o terceiro, a mais recente adaptação da história para mangá.

26/03/2018

6000 (Rokusen)

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Eu amo histórias de terror! Amo mesmo! Mas, quanto mais eu leio ou assisto histórias do gênero, mais insatisfeita eu fico. Parece que nunca é assustador o suficiente. Ou que a história não é muito convincente. Às vezes, um detalhezinho abala a história toda (alô, Alive! – talvez eu faça uma resenha dele aqui qualquer hora).

Sei que faz tempo que o Pururin tá parado (a vida adulta não tá sendo fácil, como esperado), então eu estou com uma lista enorme de coisas para fazer resenhas por aqui. Mas, para começar, pensei em trazer um dos melhores mangás de terror que li ano passado e que me deu esperanças de que tem muito mangá de terror interessante por aí ainda. Vem comigo!

28/08/2017

Editora DarkSide e a edição de mangá mais caprichada já lançada: Fragmentos do Horror

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Não podemos negar que as edições de mangás estão vindo cada vez mais bonitas para cá, não é mesmo? Colecionar Rurouni Kenshin, Fullmetal Alchemist e Berserk, em suas novas edições, tornou a estante de todos muito mais bonita. As editoras vêm apostando em papel de melhor qualidade, capas mais firmes e páginas coloridas. Mas, nenhuma edição está mais bonita do que o primeiro mangá lançado pela editora DarkSide, a coletânea de contos Fragmentos do Horror (Ma no Kakera, de 2013), do mestre do terror japonês, Junji Ito.

Quando a editora anunciou o mangá gerou uma forte expectativa. A capa seria dura? A qualidade geral seria como a dos livros lançados por ela? O preço elevado compensaria? Este é o primeiro quadrinho japonês lançado pela editora e o terceiro na linha de graphic novel (o quarto já está anunciado, Atômica: a cidade mais fria).

Spoiler: a edição está incrível. Eis as minhas respostas para estas questões: