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Purucast #07 – Death Note

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Recomendação

A Toca de Caerbannog

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Postagens sobre mangá

25/09/2017

A Toca de Caerbannog

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Quem mora no interior, independente do estado, sabe como é complicado conseguir comprar quadrinhos e mangás. Muitos títulos nunca chegam nas bancas, isso quando elas chegam a receber ou se preocupar em adquirir algum. Lojas especializadas, então, se tornam um sonho muito distante.

Passo Fundo, cidade em que moro fazem alguns anos, se tornou uma cidade interessante para nerds, geeks e, porque não, otakus nos últimos anos. Tudo começou com a primeira edição do AnimeTchê, 10 anos atrás. De lá para cá, percebeu-se o nicho e algumas lojas passaram a investir em itens para estes diferentes tipos de consumidores.

Ano passado fomos agraciados pelo surgimento de uma loja especializada em quadrinhos, desde HQs até mangás. Desde então, tenho me tornado uma grande fã e consumidora recorrente d’A Toca de Caerbannog. A Toca, para os íntimos.

13/09/2017

Os adoráveis mangás yaoi de Natsume Isaku

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Olá pessoal!

Eu sou nova na leitura de mangás yaoi, a demografia feita para o público feminino em que os personagens homens se relacionam com outros homens. Acredito que o gosto pelas romances entre homens veio depois de muitas frustrações com os romances heterossexuais que os mangás shoujo proporcionam. Não é como se não houvesse nenhum bom romance neles, eles existem, é claro. Mas sinto como se já tivesse lidos todos os bons (o que com certeza não é verdade, aceito indicações!).

Enfim, entre as indicações que recebi no gênero, acabei conhecendo a mangaká Natsume Isaku. A autora, assim como muitas do gênero, iniciou sua carreira no início nos anos 2000 escrevendo doujinshis (termo utilizado para obras publicadas por amadores no Japão) com romances yaoi baseados em mangás famosos, como One Piece e Naruto. Em 2005, ela lança seu primeiro mangá original, chamado No Color.

O primeiro mangá que li dela foi Kiraboshi Dial (2009) e, até agora, é meu preferido, seguido de bem perto por Tight Rope (2008). O que todos os mangás que li dela tem em comum é que costumam ser curtos, com um volume, e contendo romances muito, mas muito, fofos. É claro que ela sabe colocar sensualidade em  seus personagens quando necessário, mas ela é muito mais fofa do que em outros mangás do gênero.

08/09/2017

Mars, de Fuyumi Soryo

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Olá pessoal!

Cansada da vida, resolvi por em dia algumas leituras. Nessas decidi ler um mangá que estava na minha lista fazia alguns anos já. Mars (1996-2000), de Fuyumi Soryo, é um shoujo clássico que merece ser relembrado sempre que possível. Eu já havia visto muitas menções à ele em diversos momentos, mas nunca tinha lido por preconceito.

É interessante como o próprio mangá falou sobre meu preconceito logo no início. Eu não tinha vontade de ler porque o protagonista parecia ser daqueles mulherengos, provavelmente parte de gangue, fumante e cheio de si. Tudo o que eu não gosto em um protagonista. Só abro exceção para o “cheio de si” – às vezes surgem alguns personagens assim que se provam amor depois de um tempo.

Mas, no caso de Mars, meu preconceito foi logo rebatido, quando a protagonista, Kira, que pensava do mesmo jeito que eu, percebe que Rei é muito mais do que a aparência dele diz. Ambos são colegas de escola, com seus 16 ou 17 anos. Ele, tudo aquilo que eu já disse, ela, tímida, estudiosa, excelente desenhista. Agora, fica difícil de explicar porquê Mars é diferente de tantos outros mangás com personagens que se encaixem nestas exatas descrições.

Acredito que este é um dos pontos que me fizeram gostar muito do mangá. Ao longo dos 15 volumes vemos muito crescimento por parte dos protagonistas. Eles estão em constante evolução, assim como o seu relacionamento. Rei inicia como um jovem muito bonito que não leva nada a sério, a não ser corridas com motos. Ele não se importa muito com ninguém nem nada. Até que Kira aparece em sua vida.

28/08/2017

Editora DarkSide e a edição de mangá mais caprichada já lançada: Fragmentos do Horror

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Não podemos negar que as edições de mangás estão vindo cada vez mais bonitas para cá, não é mesmo? Colecionar Rurouni Kenshin, Fullmetal Alchemist e Berserk, em suas novas edições, tornou a estante de todos muito mais bonita. As editoras vêm apostando em papel de melhor qualidade, capas mais firmes e páginas coloridas. Mas, nenhuma edição está mais bonita do que o primeiro mangá lançado pela editora DarkSide, a coletânea de contos Fragmentos do Horror (Ma no Kakera, de 2013), do mestre do terror japonês, Junji Ito.

Quando a editora anunciou o mangá gerou uma forte expectativa. A capa seria dura? A qualidade geral seria como a dos livros lançados por ela? O preço elevado compensaria? Este é o primeiro quadrinho japonês lançado pela editora e o terceiro na linha de graphic novel (o quarto já está anunciado, Atômica: a cidade mais fria).

Spoiler: a edição está incrível. Eis as minhas respostas para estas questões:

24/08/2017

Finalmente terminei de ler o mangá mais fofo do mundo: Love So Life

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Ai, gente. O tempo tá passando muito rápido. De repente, já faz mais de 6 meses que postei sobre as mudanças que o Pururin poderia vir a sofrer e mais de um ano desde a última recomendação!

Mas tudo bem. O importante é nunca desistir, não é? Então cá estou de volta e escolhi uma série muito importante para mim e para o Puru para comentar neste retorno.

Escolhi Love So Life, lá em 2011, para ser uma das primeiras séries que seriam traduzidas e colocadas para download no Pururin por causa de amor à primeira vista. Era um mangá que possuía os pré-requisitos que eu auto-defini (não ser traduzido por outro grupo de tradução em português, não ser lançado por nenhuma editora brasileira, ser fofinho – ok, esse requisito não foi utilizado em todas as escolhas de séries), além de parecer ser o tipo de história que eu gostaria de ler.

Foi aí que começou um amor de anos pela série. Escrita e desenhada por Kouchi Kaede, LSL esteve em lançamento na revista shoujo Hana to Yume desde abril de 2008 até setembro de 2015, finalizando com 17 volumes. A premissa me chamou a atenção: a história segue Shiharu Nakamura, adolescente órfã que adora crianças e sonha em ser professora de educação infantil, que acaba conseguindo um emprego como babá dos gêmeos que ajudava a cuidar na creche em que já estagiava. Esses gêmeos são sobrinhos de um lindo e jovem apresentador de jornal na TV, Seiji Matsunaga.