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Purucast #07 – Death Note

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Postagens sobre drama

12/09/2017

Jealousy Incarnate

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Jealousy Incarnate (질투의 화신, 2016) foi um dorama que comecei a assistir por causa de uma cena que o DramaFever compartilhou no Facebook (ele faz isso com frequência, é uma ótima forma de pegar indicações!) mas não me encantou logo de cara.

Na verdade, minha opinião geral é de que Jealousy Incarnate é um bom dorama. Só foi muito longo e enrolado. Mas vamos conferir a sinopse antes:

A garota do tempo, Pyo Na-ri (Gong Hyo-jin), e o âncora de notícias, Lee Hwa-shin (Jo Jung-suk), são colegas de longa data na estação de transmissão SBC. Na-ri teve uma queda por Hwa-shin durante três anos, mas as coisas mudam quando ela conhece o homem perfeito Go Jung-won (Go Kyung-pyo), um herdeiro chaebol e amigo íntimo de Hwa-shin.

Enquanto isso, Sung-sook (Lee Mi-sook) e Ja-young (Park Ji-young), que são rivais tanto no amor quanto na carreira, se vêem atraídas por Kim Rak (Lee Sung-jae), proprietário de um restaurante e senhorio do prédio onde vive Na-ri.

Doramas normalmente envolvem algumas histórias paralelas à principal, mas Jealousy Incarnate teve mais do que o esperado. Acompanhamos a vida de Na-ri no trabalho e no prédio onde vive com o irmão, então temos a oportunidade de acompanhar as histórias paralelas de colegas de trabalho, de vizinhos, e os relacionamentos entre ambos. Outro ponto importante, e que decididamente me fez assistir o dorama com menos vontade, é que se trata de um triângulo amoro. Isto apenas entre os protagonistas. Entre as personagens secundárias existem, pelo menos, mais três triângulos. Então se o seu coração é sensível para o assunto (o meu não aguenta muito, não), evite Jealousy Incarnate.

08/09/2017

Mars, de Fuyumi Soryo

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Olá pessoal!

Cansada da vida, resolvi por em dia algumas leituras. Nessas decidi ler um mangá que estava na minha lista fazia alguns anos já. Mars (1996-2000), de Fuyumi Soryo, é um shoujo clássico que merece ser relembrado sempre que possível. Eu já havia visto muitas menções à ele em diversos momentos, mas nunca tinha lido por preconceito.

É interessante como o próprio mangá falou sobre meu preconceito logo no início. Eu não tinha vontade de ler porque o protagonista parecia ser daqueles mulherengos, provavelmente parte de gangue, fumante e cheio de si. Tudo o que eu não gosto em um protagonista. Só abro exceção para o “cheio de si” – às vezes surgem alguns personagens assim que se provam amor depois de um tempo.

Mas, no caso de Mars, meu preconceito foi logo rebatido, quando a protagonista, Kira, que pensava do mesmo jeito que eu, percebe que Rei é muito mais do que a aparência dele diz. Ambos são colegas de escola, com seus 16 ou 17 anos. Ele, tudo aquilo que eu já disse, ela, tímida, estudiosa, excelente desenhista. Agora, fica difícil de explicar porquê Mars é diferente de tantos outros mangás com personagens que se encaixem nestas exatas descrições.

Acredito que este é um dos pontos que me fizeram gostar muito do mangá. Ao longo dos 15 volumes vemos muito crescimento por parte dos protagonistas. Eles estão em constante evolução, assim como o seu relacionamento. Rei inicia como um jovem muito bonito que não leva nada a sério, a não ser corridas com motos. Ele não se importa muito com ninguém nem nada. Até que Kira aparece em sua vida.

25/08/2017

Shall we date?

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Olá, olá!

Hoje decidi fazer uma recomendação que fazia muito tempo que estava nos meus rascunhos aqui, então é a hora! Faz uns 2 anos (talvez mais, não tenho certeza) que Shall we date? entrou na minha vida e, pelo jeito, vai ser difícil de sair. Vem comigo conferir o que é e porquê você deveria se viciar também.

Shall we date? (Devemos namorar?, em tradução livre) é uma série de jogos no estilo dating simulator da empresa japonesa NTT Solmare Corporation. Dating simulator é um estilo bem popular por aqueles lados, onde você joga sob a perspectiva do ou da MC (main character, o personagem principal) e existe uma história com diferentes personagens “namoráveis”, normalmente com diferentes finais por personagens – ruins, normais e o desejado final feliz. Normalmente possuem gráficos no estilo de anime, o que contribui para a popularidade do gênero.

Não existem muitos desses jogos traduzidos para o português ou mesmo, inglês. Um que veio para o ocidente e se tornou muito popular foi Hakuoki, que eu já joguei e comentei aqui. Shall we date? está em inglês e seu maior diferencial é que todos os seus jogos são feitos para celular, funcionando no Android e IOS, além de também poderem ser jogados através do Facebook.

24/08/2017

Finalmente terminei de ler o mangá mais fofo do mundo: Love So Life

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Ai, gente. O tempo tá passando muito rápido. De repente, já faz mais de 6 meses que postei sobre as mudanças que o Pururin poderia vir a sofrer e mais de um ano desde a última recomendação!

Mas tudo bem. O importante é nunca desistir, não é? Então cá estou de volta e escolhi uma série muito importante para mim e para o Puru para comentar neste retorno.

Escolhi Love So Life, lá em 2011, para ser uma das primeiras séries que seriam traduzidas e colocadas para download no Pururin por causa de amor à primeira vista. Era um mangá que possuía os pré-requisitos que eu auto-defini (não ser traduzido por outro grupo de tradução em português, não ser lançado por nenhuma editora brasileira, ser fofinho – ok, esse requisito não foi utilizado em todas as escolhas de séries), além de parecer ser o tipo de história que eu gostaria de ler.

Foi aí que começou um amor de anos pela série. Escrita e desenhada por Kouchi Kaede, LSL esteve em lançamento na revista shoujo Hana to Yume desde abril de 2008 até setembro de 2015, finalizando com 17 volumes. A premissa me chamou a atenção: a história segue Shiharu Nakamura, adolescente órfã que adora crianças e sonha em ser professora de educação infantil, que acaba conseguindo um emprego como babá dos gêmeos que ajudava a cuidar na creche em que já estagiava. Esses gêmeos são sobrinhos de um lindo e jovem apresentador de jornal na TV, Seiji Matsunaga.

07/07/2016

The moon that embraces the sun

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“The moon that embraces the sun” (ou “Moon Embracing the Sun”, ou ainda “The Sun and the Moon”) foi um dorama coreano que assisti bem recentemente e me marcou bastante. Ele foi lançado em 2012, baseado no livro homônimo escrito por Jung Eun-gwol, e, desde então, se tornou um clássico. É claro que, mesmo demorando um pouco, eu precisava conferir o que fez toda essa fama, não é?

Vamos, como sempre, por partes. O dorama é histórico com toques sobrenaturais, se passando na Dinastia Joseon (1392 – 1897), quando a Coreia ainda era uma monarquia. Este motivo, por si só, já vale para dar uma espiada no primeiro episódio, e ver o figurino do dorama, onde a realeza se veste com toda a pompa devida. Destaque especial, é claro, para os hanbok utilizados pelas mulheres da realeza, os tradicionais vestidos coreanos, cheios de enfeites e muita cor.

A história de The moon that embraces the sun é composta por um mistério envolvendo o passado dramático do Príncipe Coroado de Joseon (o futuro sol de sua nação, estrelado por Yeo Jin-goo), Lee Hwon, e uma menina, Heo Yeon-woo (a lua, estrelada por Kim Yoo-jung), filha de um nobre, apaixonados desde a primeira vez em que se viram. A menina, ainda antes de nascer, teve um trágico destino previsto por uma xamã fugitiva, Ari, acusada de ter envolvimento na morte do filho do rei. Ela, antes de morrer, promete para a mãe de Yeon-woo que cuidará da menina mesmo depois de morta. A partir daqui vai ter um pouco de spoiler, fique avisado.