Purucast

Purucast #07 – Death Note

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Recomendação

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Arquivo do Autor Bella

26/03/2018

Netflix incluirá mais 30 animes em seu catálogo até o final de 2018

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A Netflix, que já ganhou nossos corações faz anos e dispensa apresentações, veio com uma notícia muito boa para nós, fãs de animes.

John Derderian, diretor de originais internacionais da Netflix, participou de uma mesa redonda com jornalistas de diversos países no AnimeJapan 2018 e deu a grata notícia de o serviço vai incluir cerca de 30 títulos de anime em seu catálogo até o final desse ano, sendo 12 ou 13 destes originais Netflix.

Ele também comentou que não descarta a possibilidade de fazer animações em parceria com artistas brasileiros, como foi o caso da parceria americana que resultou em Castlevania.

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26/03/2018

6000 (Rokusen)

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Eu amo histórias de terror! Amo mesmo! Mas, quanto mais eu leio ou assisto histórias do gênero, mais insatisfeita eu fico. Parece que nunca é assustador o suficiente. Ou que a história não é muito convincente. Às vezes, um detalhezinho abala a história toda (alô, Alive! – talvez eu faça uma resenha dele aqui qualquer hora).

Sei que faz tempo que o Pururin tá parado (a vida adulta não tá sendo fácil, como esperado), então eu estou com uma lista enorme de coisas para fazer resenhas por aqui. Mas, para começar, pensei em trazer um dos melhores mangás de terror que li ano passado e que me deu esperanças de que tem muito mangá de terror interessante por aí ainda. Vem comigo!

25/09/2017

A Toca de Caerbannog

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Quem mora no interior, independente do estado, sabe como é complicado conseguir comprar quadrinhos e mangás. Muitos títulos nunca chegam nas bancas, isso quando elas chegam a receber ou se preocupar em adquirir algum. Lojas especializadas, então, se tornam um sonho muito distante.

Passo Fundo, cidade em que moro fazem alguns anos, se tornou uma cidade interessante para nerds, geeks e, porque não, otakus nos últimos anos. Tudo começou com a primeira edição do AnimeTchê, 10 anos atrás. De lá para cá, percebeu-se o nicho e algumas lojas passaram a investir em itens para estes diferentes tipos de consumidores.

Ano passado fomos agraciados pelo surgimento de uma loja especializada em quadrinhos, desde HQs até mangás. Desde então, tenho me tornado uma grande fã e consumidora recorrente d’A Toca de Caerbannog. A Toca, para os íntimos.

13/09/2017

Os adoráveis mangás yaoi de Natsume Isaku

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Olá pessoal!

Eu sou nova na leitura de mangás yaoi, a demografia feita para o público feminino em que os personagens homens se relacionam com outros homens. Acredito que o gosto pelas romances entre homens veio depois de muitas frustrações com os romances heterossexuais que os mangás shoujo proporcionam. Não é como se não houvesse nenhum bom romance neles, eles existem, é claro. Mas sinto como se já tivesse lidos todos os bons (o que com certeza não é verdade, aceito indicações!).

Enfim, entre as indicações que recebi no gênero, acabei conhecendo a mangaká Natsume Isaku. A autora, assim como muitas do gênero, iniciou sua carreira no início nos anos 2000 escrevendo doujinshis (termo utilizado para obras publicadas por amadores no Japão) com romances yaoi baseados em mangás famosos, como One Piece e Naruto. Em 2005, ela lança seu primeiro mangá original, chamado No Color.

O primeiro mangá que li dela foi Kiraboshi Dial (2009) e, até agora, é meu preferido, seguido de bem perto por Tight Rope (2008). O que todos os mangás que li dela tem em comum é que costumam ser curtos, com um volume, e contendo romances muito, mas muito, fofos. É claro que ela sabe colocar sensualidade em  seus personagens quando necessário, mas ela é muito mais fofa do que em outros mangás do gênero.

12/09/2017

Jealousy Incarnate

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Jealousy Incarnate (질투의 화신, 2016) foi um dorama que comecei a assistir por causa de uma cena que o DramaFever compartilhou no Facebook (ele faz isso com frequência, é uma ótima forma de pegar indicações!) mas não me encantou logo de cara.

Na verdade, minha opinião geral é de que Jealousy Incarnate é um bom dorama. Só foi muito longo e enrolado. Mas vamos conferir a sinopse antes:

A garota do tempo, Pyo Na-ri (Gong Hyo-jin), e o âncora de notícias, Lee Hwa-shin (Jo Jung-suk), são colegas de longa data na estação de transmissão SBC. Na-ri teve uma queda por Hwa-shin durante três anos, mas as coisas mudam quando ela conhece o homem perfeito Go Jung-won (Go Kyung-pyo), um herdeiro chaebol e amigo íntimo de Hwa-shin.

Enquanto isso, Sung-sook (Lee Mi-sook) e Ja-young (Park Ji-young), que são rivais tanto no amor quanto na carreira, se vêem atraídas por Kim Rak (Lee Sung-jae), proprietário de um restaurante e senhorio do prédio onde vive Na-ri.

Doramas normalmente envolvem algumas histórias paralelas à principal, mas Jealousy Incarnate teve mais do que o esperado. Acompanhamos a vida de Na-ri no trabalho e no prédio onde vive com o irmão, então temos a oportunidade de acompanhar as histórias paralelas de colegas de trabalho, de vizinhos, e os relacionamentos entre ambos. Outro ponto importante, e que decididamente me fez assistir o dorama com menos vontade, é que se trata de um triângulo amoro. E não apenas entre os protagonistas. Entre as personagens secundárias existem, pelo menos, mais três triângulos. Então se o seu coração é sensível para o assunto (o meu não aguenta muito, não), evite Jealousy Incarnate.