09/02/2016

Primeiras impressões – Schwarzesmarken

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schwarzesmarken

E é nesse ritmo de férias que continuamos com as indicações (apesar de não estar de férias coisa nenhuma).

O anime da vez é Schwarzesmarken, que, com um nome difícil, vem juntar o que parece ser uma Alemanha dividida e em guerra como antigamente, só que com alienígenas e batalhas com mechas futuristas. Produzido pelos estúdios SANZIGEN, ixtl e LIDENFILMS, Schwarzesmarken está sendo exibido desde dia 11 de janeiro e deverá ter 12 episódios no total. Esta história militar e de ficção científica vem de uma novel de mesmo nome, finalizada com 7 volumes. Vem comigo saber mais sobre o primeiro episódio da adaptação para anime de Schwarzesmarken!

Enredo: O episódio começa nos dando um contexto da situação mundial, mais especificamente da Alemanha, durante o tempo em que a história se passa. Após a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha foi dividida entre Ocidental e Oriental, divididas por uma muralha (até aí parece verídico), que era inimigas uma da outra, porém, em 1967, os EUA achou uma forma de vida alienígena na Lua, chamada de BETA. Esses seres começaram a se espalhar pelo Terra e durante a Guerra Fria, a humanidade luta por sua sobrevivência. 10 anos depois, a linha de frente é na Europa, mais especificamente na Alemanha Oriental. Os alienígenas são criaturas horrendas e muito fortes. Mas não apenas isto, as pessoas estão umas contra as outras, denunciando seus próprios familiares para o governo. A situação era desesperadora.
É aí que conhecemos o Schwarzesmarken, os Marcas Negras, o 666º esquadrão que usa mechas para batalhar. Vemos que a maior parte dos integrantes do esquadrão é composta por mulheres bonitas, inclusive sua capitã, Irisdina Bernhard. O que vemos é o esquedrão em ação contra um tipo específico de BETA, a Classe Laser, e um dos soldados, acaba ferido por causa de um ataque de fúria de uma das integrantes, que possui transtorno pós-traumático em decorrência das situações vividas na guerra.
Conhecemos então um dos poucos homens do esquedrão, o segundo tenente Theodor Eberbach, que reclama muito sobre as ordens recebidas e acaba sendo negligente com a situação, culminando na morte de sua colega ferida. Ele e a capitã são chamados para dar reforço em outro lugar e nisso, eles encontram uma garota ferida dentro de um mecha. Para Theodor, ela lembra muito sua irmã mais nova, fazendo-o relembrar seu passado, quando fugia junto de sua família e eles foram separados.
A garota encontrada é levada para o quartel-general e lá descobrimos que ela é da Alemanha Ocidental, mas, mesmo sendo inimiga, ela pede para se juntar ao 666º esquadrão, dizendo ter sempre admirado o trabalho dele. Há várias conversas políticas envolvidas. No fim, ela é aceita, mesmo que com desconfiança, e fica sob supervisão de Theodor. Ele discute um pouco com ela, dizendo que os inimigos não são apenas os BETA e que ela não deve confiar na capitã. A garota, então, revela o seu principal motivo para estar ali: ela está em busca de uma pessoa.

Animação: A animação está bem comum, nada de especial ou que tenha me chamado a atenção.

Trilha sonora: A trilha sonora não é muito marcante, não percebi muito bem ela.

Abertura/Encerramento: A abertura é “white forces” por fripSide, e o encerramento é “Kanashimi ga Jidai wo Kakeru (哀しみが時代を駆ける)” por Zahre, que dublam duas personagens no anime, Katia Waldheim (Minami Tanaka) e Irisdina Bernhard (Nozomi Yamamoto).

Comentários Extras: Para falar bem a verdade, esse primeiro episódio foi bem clichê, muito semelhantes a outros animes do gênero, e não me deu nenhuma vontade de ver o resto para saber se tem algo de inovador nele. Se eu tiver tempo (e vontade), irei conferir mais uns 2 ou 3 episódios, porque nunca se sabe, né? De qualquer forma, se você gosta do estilo, vá em frente. Eu sou bem crítica quando o assunto é mecha, então é bem difícil me satisfazer, ainda mais se tiver um harém cheio de garotas peitudas (que é outra coisa que me deixa sem ânimo de ver algum anime).

Trailer: