18/01/2016

Primeiras impressões – Divine Gate

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Continuando a série de posts sobre as primeiras impressões da temporada de inverno de 2016, hoje chegamos ao título Divine Gate.

Divine Gate é um anime de gênero ação, ficção científica e fantasia, derivado de um jogo de mesmo nome. Este anime é produzido pelo estúdio Pierrot (Naruto, Bleach, Beelzebub) e contará com 12 episódios de aproximadamente 24 minutos cada.

Enredo: Este, até então, é o anime mais difícil de falar de enredo nesta temporada, pois existe muito pouca explicação no primeiro episódio. O mundo onde se passa esse anime é futurista com tecnologias avançadas, elementos são usados como uma espécie de magia pelas personagens e é possível perceber que não existem apenas humanos neste universo, existe um tipo de fadas que dividem o cenário com os humanos.
Existe uma história que os pais contam para as crianças quando elas são pequenas, onde 3 mundos colidiram e graças a essa colisão foram gerados 6 grandes poderes. Os verdadeiros usuários desses poderem seriam chamados pelo Divino Gate, um portão que pode conceder qualquer desejo.
Após uma lembrança/pensamento de um dos protagonistas, a história começa em um atentando em um trem onde um homem utilizando uma Adaga Sai de fogo rende várias pessoas e começa a matá-las. Este homem está totalmente fora de controle e começa a falar coisas em relação ao Divine Gate, “ele é real”, neste momento é onde um dos protagonistas, Aoto, aparece e podemos ver que este controla o elemento água. Sem esforço ele derrota este “terrorista” e então o “Conselho Mundial” chega até o local. Conselho Mundial é uma espécie de polícia que tem poderes/equipamentos que simulam os poderes (Drives) e utilizam estes para controlar casos semelhantes ao ocorrido até momentos antes.
Não existe nenhum significado de como as pessoas tem poderes até o momento e nem o porquê, mas uma coisa que é explicada é o fato deles usarem os Drives para aplicar ou replicar esses poderes.
Como de praxe, o nosso protagonista tem um trauma de infância, que é um mistério (para os espectadores) que é a morte de seus pais.
Após um corte de cena, descobrimos um pouco mais sobre os membros do Conselho Mundial que participaram do incidente citado acima, Akane e Midori.
Quanto ao Conselho Mundial, vemos os personagens que parecem ser os chefes dessa instituição conversando sobre Aoto e o incidente, e a importância de trazer Aoto para o lado do Conselho, porém é comentado que Aoto já recusou o convite algumas vezes. Durante o decorrer da conversa são citados 3 mundos que compõem o universo deste anime, Celestia, reino das fadas, Terrastia, reino dos humano e Hellistia, reino dos demônios (toda a conversa desses personagens neste momento se torna relativamente complexa devido a falta de informação que temos no começo deste anime).
As fadas do reino de Cellestia são usuárias dos poderes elementais comentados anteriormente e estas são capazes de ensinar as técnicas para outras pessoas, ou seja, cada pessoa do Conselho é treinada por uma fada do mesmo elemento que utiliza. Por exemplo, Akane é um usuário de fogo igual à sua mestre e Midori é usuária de vento como sua mestre também.
Aoto é convencido por uma fada do elemento água e vai até a sede do Conselho, mas não como aluno e sim para se explicar sobre o incidente no trem. Arthur, o chefe do Conselho, oferece a Aoto um drive que irá aumentar seu poder mas Aoto se recusa a aceitar. Quando está saindo da sala onde estão conversando, Arthur comenta algo sobre “dizer apenas a verdade” a Aoto. Estas palavras deixam Aoto surpreso mas este segue seu caminho para fora da sala.
Enquanto segue seu caminho, Aoto se encontra com Midori e Akane, estes que foram instruídos para se enturmar e formar um grupo junto com Aoto, mas ele nem faz um esforço e após “revelar” parte de seu passado, segue seu caminho e vai embora.
O próximo arco do episódio gira em torno do passado de Aoto e seus pais, e então após terminar essa lembrança podemos ver Arthur, meditando/dormindo e vemos ele abrir o Divine Gate e se deparar com mundos colidindo.
(O episódio acaba com todos esse mistérios no ar).

Animação: A animação do episodio é boa, sem grandes falhas visíveis, porém algo que podemos notar no traço dos personagens é o fato da sombra em suas roupas serem grandes traços pretos ao invés de cores escurecidas, isso é algo que chama bastante atenção.

Trilha sonora: A trilha sonora é boa, principalmente a música usada na parte do passado de Aoto, mas devo comentar que na primeira vez que eu assisti ela passou completamente despercebida.

Abertura/Encerramento: No primeiro episódio não tem a abertura, mas a música que é tocada é “one-Me two-Hearts (ワンミーツハー)” por hitorie (ヒトリエ). Quanto ao encerramento, a música é “CONTRUST” por vistlip.

Comentários Extras: Este, até então, foi o anime mais cheio de perguntas e poucas respostas da temporada, mas não se torna um anime ruim por esse motivo, de qualquer forma estou um tanto preocupado se todas as respostas serão dadas em apenas 12 episódios.

Trailer: