18/10/2015

Fire Emblem: Awakening Parte 3

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Olá, galera do Pururin! Finalmente trago a vocês a parte final da minha review de Fire Emblem: Awakening pro 3DS. Se não leram ainda, sugiro que dêem uma olha na primeira e na segunda parte da review. Hoje vai ser um pouco mais curta, apenas falando sobre DLCs, rejogabilidade, o futuro da série e minhas considerações finais. Então vamos lá!

Awakening foi o primeiro Fire Emblem a incorporar DLC, ou conteúdo pago por download. Foram disponibilizados diversos mapas, cada um com recompensas diversas, como itens, ouro, armas raras, habilidades, classes novas, personagens de Fire Emblems antigos, ou simplesmente mapas bem difícies para os que desejam um desafio. Além disso, existe uma gama de conteúdo grátis para download, como times de Fire Emblems antigos para jogar contra e treinar para ganhar experiência, alguns poucos mapas desafiadores, e recompensas por jogar múltiplas vezes. Também há uma função de multiplayer local, onde você e um amigo se juntam para derrotar uma onda de inimigos.

Explore um futuro condenado nas DLCs

Explore um futuro condenado nas DLCs

Devido à quantidade enorme de personagens, classes e combinações possíveis de serem feitas, cada partida de Fire Emblem é única. Então jogá-lo repetidas vezes é divertido apesar da história ser a mesma. Não existe um New Game+, mas os pontos de renome que são acumulados e que dão itens como recompensa por jogar bastante são repassados todas vez que um novo save é iniciado.

Quando o jogador chega na última fase, diversos mapas de desafio são desbloqueados para testar as capacidades estratégicas do jogador, além de existir vários DLCs designados para desafiar times de endgame, que são mais difíceis do que qualquer mapa da campanha principal. Além disso, treinar seu time, recrutar todos os guerreiros e liberar todas as conversas de suporte vão manter o jogador ocupado por muitas horas.

Quanto ao futuro da série, já foi anunciado para ocidente e lançado no oriente o próximo título da série, chamado Fire Emblem: Fates, também para o 3DS. O jogo se baseia em dois reinos, Nohr e Hoshido que estão em guerra, e o personagem principal é um príncipe de Hoshido, um reino baseado nas culturas e tradições orientais, que foi capturado quando bebê por Nohr, que se assemelha mais aos ambientes medievais mais  tradicinais de Fire Emblem, e que foi criado como se fosse realeza. No meio do caminho, é necessário que o jogador escolha com qual reino ele deve se aliar, ou não se aliar a nenhum, gerando 3 caminhos de escolha possíveis, que foram separados em 3 títulos: Birthright, Conquest e Invisible Kingdom.

Escolha seu destino em Fire Emblem: Fates

Escolha seu destino em Fire Emblem: Fates

Infelizmente, cada título precisa ser comprado separado, mas há desconto para comprar o segundo e terceiro caminho como DLC uma vez que o primeiro foi escolhido. Pelo menos não é que nem pokémon onde a diferença entre cada caminho é mínima: cada campanha é única e possui mapas próprios, com objetivos e personagens distintos. Birthright, onde o jogador escolhe o lado de Hoshido, é considerado mais fácil, com objetivos mais simples e com a possibilidade de treinar entre batalhas, atraindo o público mais casual. Conquest, na qual Nohr é o reino escolhido, possui objetivos mais difíceis, com menos oportunidades de treino e recursos muito mais limitados, se assemelhando aos jogos de Fire Emblem mais antigos e acatando aos fãs clássicos da franquia. Finalmente, Invisible Kingdom está no meio termo em quesitos de dificuldade entre ambos e oferece personagens de ambos os caminhos para jogar. Fire Emblem: Fates está previsto para chegar aqui em 2016. Confira o trailer!

Em suma, Fire Emblem: Awakening é um dos melhores jogos do 3DS, apesar das limitações do sistema e de alguns problemas de balanceamento, mas que só vão afetar mesmo os mais viciados na franquia. Recomendo fortemente para quem gosta de RPGs táticos ou para quem tenha interesse no gênero. Awakening é definitivamente o título mais amigável da franquia para novos jogadores e não se sintam intimidados com a fama de ser um jogo punitivo. Awakening é jogo de batalha tático, mas também é muito mais do que isso, é sobre seus personagens e o mundo onde eles vivem, e jogar sem se apegar a eles é praticamente impossível.

Então é isso galera, espero que tenham gostado dessa review em 3 partes de um dos meus jogos preferidos dessa geração! Deixem comentários com seu feedback e sobre qual jogo vocês gostariam que fosse a próxima review. Abraços!